terça-feira, 4 de outubro de 2011

Nota de Esperança (( Emmanuel ))

Aceita as criaturas como são, sem exigir delas o figurino espiritual em que talhas o teu modo de ser. A diversidade estabelece a harmonia da natureza.

O cravo e a rosa são flores sem se confudirem.

O sol e a vela são luzes com funções diferentes.

À vista de semelhantes realidades, nos dias de inquietação, não te irrites contra os outros e nem firas a outrem, de modo algum.

Muitas vezes a aflição é o sinônimo de nossa própria intemperança mental à frente de abençoadas lições da vida.

Faze, dessa forma, nas circunstâncias difíceis o melhor que puderes, sem o risco de perder a paz interior que te assegura o equilíbrio.
 
Sobretudo saibamos entender para auxiliar.
 
Se alguém te impõe amargura ou desapontamento, oferece em troca simpatia e colaboração, ao invés de vinagre ou reproche.
 
Se o empreendimento fracassa, reconsideremos o trabalho de novo com mais segurança.
 
Ajuda e te ajudarão.
 
Dá e receberá.
 
Garante a luz, e a luz clareará teu caminho.
 
Nada te prenda à perturbação, a fim de que possas te desvencilhar facilmente da treva, de modo a avançar e servir.
 
Por mais escura que seja a noite, o Sol tornará ao alvorecer. E por mais complicada ou sombria se nos faça a senda de provas, é preciso lembrar que, para transpô-la, todos temos invariavelmente em nós a luz inapagável de Deus.
 
(( Emmanuel / Livro: "Mãos Unidas" ))

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Um Passo a Frente (( autor desconhecido ))

Existem momentos na vida em que sabemos que temos que fazer algo, sabemos que queremos fazer, e até sabemos o que é e como fazê-lo, mas não fazemos… O nosso corpo nos detêm.

Na verdade não é o nosso corpo quem nos detêm, é a nossa mente, é o nosso subconsciente, aquela parte do nosso cérebro que se sente bem como está, não porque está bem de fato, mas porque está acomodada, porque tem medo dos desafios, de deixar o conforto que conhece e enfrentar o desconhecido.

Esta reação de não reagir, chama-se medo. Escondemos esse medo atrás da sensata desculpa de não atuar até termos a certeza cem por cento daquilo que pretendemos.

Não podemos (nem devemos) deixar que esse medo tome conta de nós.

Devemos confiar e ter a “certeza” de que, mesmo com muitas incertezas, qualquer passo à frente será sempre um passo dado, um passo positivo, porque trará com ele mais conhecimento, mais confiança, mais crescimento, novas idéias e novas opções.

Da próxima vez que se sentir paralisado(a) com as incertezas… pensa no que deseja fazer, respira fundo e dá um passo… um só, por pequeno que seja, te fará estar mais próximo do teu objetivo.

"Se rejeita fazer as coisas até ter certezas, nunca fará nada!” (( Norman Vincent Peale - 1898-1993 ))


“Você bloqueia seu sonho quando permite que seu medo fique maior do que sua fé!”


(( Recebi da Ritinha por e-mail e compartilho com vocês ))  =)

terça-feira, 5 de julho de 2011

A Paz que Trago em Meu Peito (( Marcelo Celente ))

A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia...

Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que se quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção.

Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece.

A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé...

Ter paz é ter a consciência tranqüila, é ter certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou...

É assumir responsabilidades e cumpri-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida.

É ter ouvidos que ouvem, olhos que vêem e boca que diz palavras que constroem.

É ter um coração que ama...

Ter paz é admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências...

É não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas.

É brincar com as crianças, voar com os passarinhos, ouvir o riacho que desliza sobre as pedras e embala os ramos verdes que em suas águas se espreguiçam...

Ter paz é aprender com os próprios erros, é dizer "não" quando não se quer dizer.

Ter paz é ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade...

É ter forças para voltar atrás, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer...

A paz que hoje trago em meu peito é a tranqüilidade de aceitar os outros como são, e a disposição para mudar as próprias imperfeições.

É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos...

É a vontade de dividir o pouco que tenho e não me aprisionar ao que não possuo.

É melhorar o que está ao meu alcance, aceitar o que não pode ser mudado e ter lucidez para distinguir uma coisa da outra.

É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por ela.

A paz que hoje trago em meu peito é a confiança Naquele que criou e governa o mundo...

A certeza da vida futura e a convicção de que receberei, das leis soberanas da vida, o que a elas tiver oferecido.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Mantenha o seu garfo

Havia uma jovem mulher que tinha uma doença terminal e lhe foi previsto apenas mais três meses de vida. Desta forma, ela começou a colocar suas coisas "em ordem". Passado algum tempo, ligou para um amigo e pediu que viesse à sua casa para discutirem determinados aspectos de seus últimos desejos.

Conversaram sobre vários pontos e ela lhe disse sobre todas as suas vontades relacionadas ao serviço funerário. Tudo estava em ordem e o amigo preparava-se para sair quando a mulher lembrou-se de algo muito importante para ela.

- Tem mais uma coisa! - Disse empolgada.

- Isto é muito importante. - a mulher continuou  - Eu quero ser enterrada com um garfo em minha mão direita.

O amigo ficou olhando a mulher sem saber o que dizer.

- Isto é uma surpresa para você, não é? - A jovem mulher perguntou.

- Bem, para ser honesto, estou confuso com este seu pedido. - Respondeu o amigo.

A mulher então explicou:

- Quando eu era criança e visitava minha avó, quando no jantar os pratos começavam a ser recolhidos, minha vó inclinava-se em minha direção e cochichava em meu ouvido: "Mantenha o seu garfo". Era minha parte favorita, porque eu sabia que algo melhor estava por vir... como o bolo de chocolate ou a torta de maçã. Algo sempre maravilhoso, e com substância!

- Assim, eu apenas quero que as pessoas me vejam lá no caixão com um garfo em minha mão, e então perguntarão: "para que é o garfo?". Então quero que lhes diga:

"Ela mantém seu garfo, porque o melhor está por vir".

Tome distância (e surpreenda-se)

 Às vezes, nos aproximamos tanto de uma situação, que ficamos impossibilitados de enxergar o valor dela. Um emprego, um relacionamento, um negócio, um produto, um estilo de vida, seja o que for: a rotina pode levar ao descaso.

Se somos casados há algum tempo, nos acostumamos a pensar que conhecemos tudo sobre nosso par. E raramente fazemos um esforço para tentar conhecê-lo melhor.

Se alguma coisa perturba, normalmente tentamos nos livrar dela. Mas se nos afastamos e olhamos com objetividade os diversos componentes da situação, podemos acabar achando aquele pequeno detalhe que é a causa de todo o problema.

Não é sensato jogar fora os noventa e cinco por cento que têm valor, para se livrar dos cinco por cento que causam problemas. Sua vida tem muito valor. Porém, esse valor é tão parte de você que, muitas vezes, é difícil que você o perceba.

Tome um pouco de distância e olhe com atenção.

Claro que existem partes que precisam ser trabalhadas, mas você terá uma grata surpresa.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A Hora de Afiar o Machado (( Autoria Desconhecida ))

“Se o machado está cego e sua lâmina não foi afiada, é preciso golpear com mais força. Agir com sabedoria assegura o sucesso” (Eclesiastes 10:10).


Havia um jovem lenhador, cheio de vitalidade e motivação. Em seu primeiro dia de trabalho, se entusiasmou muito, porque derrubou 104 árvores, vinte a mais do que a média de outros lenhadores. No dia seguinte, fez 101 árvores tombarem, no outro 97. E assim, dia após dia, seu esforço foi aumentando e a produtividade caindo cada vez mais.

Ao décimo dia, contou, muito cansado, 79 árvores no chão.

Parou e foi pedir ajuda. O mais experiente dos lenhadores ensinou:

“Sua dedicação é maravilhosa e surpreendente, mas quantas vezes você parou para afiar o machado?”

Muitas vezes nos esquecemos de “afiar o machado”, e isto acontece em todas as áreas da nossa vida, não só no trabalho.

Todos nós, de tempos em tempos, precisamos parar; rever nosso trabalho, nossos métodos, sacudir o pó da rotina, recomeçar com alma nova. Em outras palavras, PRECISAMOS AFIAR O MACHADO DE VEZ EM QUANDO.

É conveniente dar uma olhada em nossa vida com um olhar diferente, e analisar com serenidade nossas atividades, nossas metas, os resultados que estamos tendo.
 
Tudo está indo de acordo com nossa vontade, estamos utilizando nossa capacidade e inteligência ao máximo? Se não, está na hora de mais uma vez afiar nosso machado...

terça-feira, 17 de maio de 2011

UBUNTU (sobre uma tribo indígena)

A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Florianópolis (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu.

Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira pras crianças, que achou ser inofensiva.

Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.

As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.

O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.

Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"

Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade,essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?

Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"

Atente para o detalhe: porque SOMOS, não pelo que temos...

UBUNTU P'RA VOCÊ!