domingo, 27 de novembro de 2011

A Nobreza Humana ( Uma história real entre Plácido Domingo e José Carreras)

Possivelmente você já ouviu ao menos falar sobre os três tenores: Luciano Pavarotti, Plácido Domingo e José Carreras.

O que talvez você não saiba é que Plácido Domingo é madrileño e José  Carreras é catalão; e há uma grande rivalidade entre madrileños e catalães. Plácido e Carreras não fugiram à regra. Em 1984, por questões políticas, tornaram-se inimigos.

Sempre muito requisitados em todo o mundo, ambos faziam constar em seus contratos que só se apresentariam se o outro não fosse convidado.

Em 1987 Carreras foi surpreendido por um diagnóstico de leucemia (câncer). Submeteu-se a tratamentos, como transplante de medula óssea e troca de sangue e, por este motivo, era obrigado a viajar mensalmente aos Estados Unidos. Sem condições para trabalhar, e com o alto custo das viagens e do tratamento, sua fortuna acabou.

Para prosseguir o tratamento, Carreras tomou conhecimento de uma instituição em Madrid denominada Fundación Hermosa, criada com a finalidade de apoiar a recuperação de pacientes com câncer.

Graças à esta fundação, ele venceu a doença e voltou a cantar, tornando a receber altos cachês.

Com o intuito de se associar, lendo os estatutos, Carreras descobriu que o fundador, maior colaborador e presidente da Fundación Hermosa era Plácido Domingo. Mais do que isso: descobriu que a fundação foi criada para atender a ele, e que Plácido se manteve no anonimato para não constrangê-lo por aceitar auxílio de um inimigo.

Um momento extraordinário e comovente aconteceu durante uma apresentação de Plácido, em Madrid. De forma imprevista, Carreras subiu ao palco durante a apresentação e se ajoelhou a seus pés, pedindo desculpas. Plácido o levantou e os dois se abraçaram, selando o inicio de uma bela amizade.

Mais tarde, quando concedia uma entrevista na capital espanhola, uma repórter perguntou a Plácido Domingo por que ele criou uma fundação para beneficiar um inimigo, concedendo assim a oportunidade de restabelecer a saúde de um dos poucos artistas que podiam lhe fazer alguma concorrência.

A resposta foi curta e definitiva: "Porque uma voz como essa não se podia perder".

Fazer o bem sem ostentação é o grande mérito.

Esta história é real.

Que tanto quanto possível, nos sirva de inspiração e exemplo!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Nota de Esperança (( Emmanuel ))

Aceita as criaturas como são, sem exigir delas o figurino espiritual em que talhas o teu modo de ser. A diversidade estabelece a harmonia da natureza.

O cravo e a rosa são flores sem se confudirem.

O sol e a vela são luzes com funções diferentes.

À vista de semelhantes realidades, nos dias de inquietação, não te irrites contra os outros e nem firas a outrem, de modo algum.

Muitas vezes a aflição é o sinônimo de nossa própria intemperança mental à frente de abençoadas lições da vida.

Faze, dessa forma, nas circunstâncias difíceis o melhor que puderes, sem o risco de perder a paz interior que te assegura o equilíbrio.
 
Sobretudo saibamos entender para auxiliar.
 
Se alguém te impõe amargura ou desapontamento, oferece em troca simpatia e colaboração, ao invés de vinagre ou reproche.
 
Se o empreendimento fracassa, reconsideremos o trabalho de novo com mais segurança.
 
Ajuda e te ajudarão.
 
Dá e receberá.
 
Garante a luz, e a luz clareará teu caminho.
 
Nada te prenda à perturbação, a fim de que possas te desvencilhar facilmente da treva, de modo a avançar e servir.
 
Por mais escura que seja a noite, o Sol tornará ao alvorecer. E por mais complicada ou sombria se nos faça a senda de provas, é preciso lembrar que, para transpô-la, todos temos invariavelmente em nós a luz inapagável de Deus.
 
(( Emmanuel / Livro: "Mãos Unidas" ))

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Um Passo a Frente (( autor desconhecido ))

Existem momentos na vida em que sabemos que temos que fazer algo, sabemos que queremos fazer, e até sabemos o que é e como fazê-lo, mas não fazemos… O nosso corpo nos detêm.

Na verdade não é o nosso corpo quem nos detêm, é a nossa mente, é o nosso subconsciente, aquela parte do nosso cérebro que se sente bem como está, não porque está bem de fato, mas porque está acomodada, porque tem medo dos desafios, de deixar o conforto que conhece e enfrentar o desconhecido.

Esta reação de não reagir, chama-se medo. Escondemos esse medo atrás da sensata desculpa de não atuar até termos a certeza cem por cento daquilo que pretendemos.

Não podemos (nem devemos) deixar que esse medo tome conta de nós.

Devemos confiar e ter a “certeza” de que, mesmo com muitas incertezas, qualquer passo à frente será sempre um passo dado, um passo positivo, porque trará com ele mais conhecimento, mais confiança, mais crescimento, novas idéias e novas opções.

Da próxima vez que se sentir paralisado(a) com as incertezas… pensa no que deseja fazer, respira fundo e dá um passo… um só, por pequeno que seja, te fará estar mais próximo do teu objetivo.

"Se rejeita fazer as coisas até ter certezas, nunca fará nada!” (( Norman Vincent Peale - 1898-1993 ))


“Você bloqueia seu sonho quando permite que seu medo fique maior do que sua fé!”


(( Recebi da Ritinha por e-mail e compartilho com vocês ))  =)

terça-feira, 5 de julho de 2011

A Paz que Trago em Meu Peito (( Marcelo Celente ))

A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia...

Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que se quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção.

Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece.

A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé...

Ter paz é ter a consciência tranqüila, é ter certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou...

É assumir responsabilidades e cumpri-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida.

É ter ouvidos que ouvem, olhos que vêem e boca que diz palavras que constroem.

É ter um coração que ama...

Ter paz é admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências...

É não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas.

É brincar com as crianças, voar com os passarinhos, ouvir o riacho que desliza sobre as pedras e embala os ramos verdes que em suas águas se espreguiçam...

Ter paz é aprender com os próprios erros, é dizer "não" quando não se quer dizer.

Ter paz é ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade...

É ter forças para voltar atrás, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer...

A paz que hoje trago em meu peito é a tranqüilidade de aceitar os outros como são, e a disposição para mudar as próprias imperfeições.

É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos...

É a vontade de dividir o pouco que tenho e não me aprisionar ao que não possuo.

É melhorar o que está ao meu alcance, aceitar o que não pode ser mudado e ter lucidez para distinguir uma coisa da outra.

É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por ela.

A paz que hoje trago em meu peito é a confiança Naquele que criou e governa o mundo...

A certeza da vida futura e a convicção de que receberei, das leis soberanas da vida, o que a elas tiver oferecido.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Mantenha o seu garfo

Havia uma jovem mulher que tinha uma doença terminal e lhe foi previsto apenas mais três meses de vida. Desta forma, ela começou a colocar suas coisas "em ordem". Passado algum tempo, ligou para um amigo e pediu que viesse à sua casa para discutirem determinados aspectos de seus últimos desejos.

Conversaram sobre vários pontos e ela lhe disse sobre todas as suas vontades relacionadas ao serviço funerário. Tudo estava em ordem e o amigo preparava-se para sair quando a mulher lembrou-se de algo muito importante para ela.

- Tem mais uma coisa! - Disse empolgada.

- Isto é muito importante. - a mulher continuou  - Eu quero ser enterrada com um garfo em minha mão direita.

O amigo ficou olhando a mulher sem saber o que dizer.

- Isto é uma surpresa para você, não é? - A jovem mulher perguntou.

- Bem, para ser honesto, estou confuso com este seu pedido. - Respondeu o amigo.

A mulher então explicou:

- Quando eu era criança e visitava minha avó, quando no jantar os pratos começavam a ser recolhidos, minha vó inclinava-se em minha direção e cochichava em meu ouvido: "Mantenha o seu garfo". Era minha parte favorita, porque eu sabia que algo melhor estava por vir... como o bolo de chocolate ou a torta de maçã. Algo sempre maravilhoso, e com substância!

- Assim, eu apenas quero que as pessoas me vejam lá no caixão com um garfo em minha mão, e então perguntarão: "para que é o garfo?". Então quero que lhes diga:

"Ela mantém seu garfo, porque o melhor está por vir".

Tome distância (e surpreenda-se)

 Às vezes, nos aproximamos tanto de uma situação, que ficamos impossibilitados de enxergar o valor dela. Um emprego, um relacionamento, um negócio, um produto, um estilo de vida, seja o que for: a rotina pode levar ao descaso.

Se somos casados há algum tempo, nos acostumamos a pensar que conhecemos tudo sobre nosso par. E raramente fazemos um esforço para tentar conhecê-lo melhor.

Se alguma coisa perturba, normalmente tentamos nos livrar dela. Mas se nos afastamos e olhamos com objetividade os diversos componentes da situação, podemos acabar achando aquele pequeno detalhe que é a causa de todo o problema.

Não é sensato jogar fora os noventa e cinco por cento que têm valor, para se livrar dos cinco por cento que causam problemas. Sua vida tem muito valor. Porém, esse valor é tão parte de você que, muitas vezes, é difícil que você o perceba.

Tome um pouco de distância e olhe com atenção.

Claro que existem partes que precisam ser trabalhadas, mas você terá uma grata surpresa.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A Hora de Afiar o Machado (( Autoria Desconhecida ))

“Se o machado está cego e sua lâmina não foi afiada, é preciso golpear com mais força. Agir com sabedoria assegura o sucesso” (Eclesiastes 10:10).


Havia um jovem lenhador, cheio de vitalidade e motivação. Em seu primeiro dia de trabalho, se entusiasmou muito, porque derrubou 104 árvores, vinte a mais do que a média de outros lenhadores. No dia seguinte, fez 101 árvores tombarem, no outro 97. E assim, dia após dia, seu esforço foi aumentando e a produtividade caindo cada vez mais.

Ao décimo dia, contou, muito cansado, 79 árvores no chão.

Parou e foi pedir ajuda. O mais experiente dos lenhadores ensinou:

“Sua dedicação é maravilhosa e surpreendente, mas quantas vezes você parou para afiar o machado?”

Muitas vezes nos esquecemos de “afiar o machado”, e isto acontece em todas as áreas da nossa vida, não só no trabalho.

Todos nós, de tempos em tempos, precisamos parar; rever nosso trabalho, nossos métodos, sacudir o pó da rotina, recomeçar com alma nova. Em outras palavras, PRECISAMOS AFIAR O MACHADO DE VEZ EM QUANDO.

É conveniente dar uma olhada em nossa vida com um olhar diferente, e analisar com serenidade nossas atividades, nossas metas, os resultados que estamos tendo.
 
Tudo está indo de acordo com nossa vontade, estamos utilizando nossa capacidade e inteligência ao máximo? Se não, está na hora de mais uma vez afiar nosso machado...